sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
declarações 1.7
Quando penso em um amor sincero...
a primeira coisa que vem a cabeça é a sétimas turma.
Aos terceiros anistas
É triste saber de o que irei falar agora contém um pouco de tristeza. É também triste colocar isso num papel, pois quando criamos registros, escrevemos, ou até mesmo falamos, a situação se torna real, e essa realidade é uma que muitos de nós estamos fugindo há algum tempo, é o dia que nós sabíamos que chegaria, mas não gostaríamos muito que chegasse.
Dentro de nossas paredes
Dentro dessa escola a realidade é algo engraçado de se comentar, realmente como muitos dizem criamos um “mundinho paralelo” ao que se julga real, só quem vivencia a experiência Juarez sabe de fato o que essa escola nos proporciona. São tantas histórias que se juntam, tanta experiências, tantas visões de mundo, criando um universo único, nosso, que compartilhamos durante três anos, com seus 200 dias letivos cada, a as 10 horas de cada dia. É bastante tempo se formos analisar, imagine então quantas novas histórias, novas amizades, novos amores [mimimi], novos aprendizados, alguns até mesmo dizem novas famílias, e que famílias...
Acontece no Juarez enquanto o ônibus não vem
Me lembro ainda hoje do primeiro dia de aula do primeiro ano, as primeiras impressões, primeiras conversas... Nunca que naquele dia, 4 de fevereiro de 2008, eu ia imaginar que iria amar tanto o Juarez como eu o amo hoje. Mas com o passar do tempo, com a convivência, fomos vivendo e aprendendo, descobrindo, o que é ser Juarez.
No primeiro momento as apresentações, os estranhamentos, os separamentos de arroz e feijão nas bandejas, e num piscar de olhos já estávamos num momento íntimo, todo mundo no retângulo, aulas de Helen acordando as pessoas com tampas de canetão, grupos de física do fusquinha, gincanas de química, aprender coisas bonitas com a Denilce para impressionar a sogra, facião né, pode colocar na prova, tirar primeiras fotos de turma no Masp, ouvir a Regina contando as coisas de jeito engraçado, pessoas balangando e dependurando o chuveiro, se divertir fazendo e vendo os teatros, vídeos, de artes, informática, inglês, português. tongue twisters, scrapbooks, festa das funções de quem dança com quem, aprender sobre o olhar do observador, que a formiga não come folha, que seleção natural é a resposta de 80% mais ou menos das perguntas de biologia, tabelas periódicas, todo mundo a cantar período é tempo frequência são às vezes, coletar água no riozinho, colar massinha nas àrvores da agro.
E então, a primeira separação, os vídeos de fim de ano, as músicas dos vídeos de ano que nos lembramos até hoje, a choradeira, enfim a separação de que venha Segundão. E que Segundão meu deus, segundo lindo, décadas lindas, descobertas de talentos escondidos, e que talentos, aflorando mais a cada segundo passado, sendo na confecção do almanaque, ou na apresentação lúdica. Dia que ai ficar bem guardado para sempre na mente e coração de todo mundo. Dias após décadas, de arrumar toda a bagunça. O profº André gritando pelo corredor morula blastula gastrula neurula, as aulas de Cássia, sucesso na carreira, piadas do Wander e seus mols de banana, trilha bonita de São Francisco, as brigas que todo relacionamento tem que ter, Alternativas Sustentáveis e mais um monte de história bonita que se ficasse descrevendo não terminaria nunca.
Esse Ano
E quem pensa que terceiro ano não se diverte também, mesmo tendo 10000 litros de conhecimento para tomar um pouquinho por dia, Só de estar com vocês o dia já fica bom, nós vemos o apoio que cada um dá para o outro, são amizades singulares, para a vida toda.
Epifania
O jeitinho no stress de resolver as coisas e dar tudo bem no final, cada sala que nos apaixonamos, encontrar gente tão igual a gente, Rizete confundindo tomé com migué, amigo é coisa para se guardar do lado meio do peito, diversão gratuita no Museu Ipiranga, gato mia, pega-pega, esconde-esconde, melhor torcida, melhores músicas, equipe azul, ogroball, meninas da laje, gurias e guris, galere dos esportes, handarte, saudosa maloca, as minas do rei salomão, galere da música, das artes, mioscks, brotherhood, Abrolhos, Itaparica, Marajó, Paquetá, Noronha, AleAlexandria, Babi, Menmenfis, Mileto do gueto, Tróia Jóia, Ares, Demis, Eros, Hefesto, Palas, JUAREZ. A falta é irremediável na vida, ainda mais se tratando de raízes.
Novo Começo
A falta faz parte, mas devemos ver os lados positivos, afinal um dia a gente tem que aprender a ser gente grande.
Sobre vocês? cada um é insubstituível, cada um, completando um todo muito bonito, a sétima turma, agradecimentos? A todos que tornaram esses três anos possivéis, cada aluno, cada funcionário, cada professor, cada pessoa de casa, todo mundo lindo que sempre dão força para que continuemos nossa caminhada.
Esses três anos são simplesmente sem palavras para descrever, a gente tem até um hino, ROGER É GAY, a segurança, o conforto, a preocupação com o amiguinho, essa coisa estável, essa solidez, a presença humana, a fraternidade que cresceu entre nós, momentos ímpares de prazer e alegria, Juarez Destruidor <3, não há como esquecer, vai ficar sempre fresco na memória, e para os que nos questionam o porquê de toda essa falta, que não precisa se preocupar, que com o tempo a gente esquece, então pra esses eu tenho a dizer VOCÊS NÃO SABEM DE NADA.
A falta vem da não presença da compatibilidade, da não presença dos 202, e espero que nós nos vemos muito ainda, porque se não vou ter que dizer Oh galerinha, vocês não estão cumprindo o combinado.
"Veja o que todo mundo vê, veja o que ninguém vê,
por medo, acomodação ou preguiça
Veja um mundo novo à cada dia"
E a gente viu, a gente se uniu, se divertiu, nós brigamos, nos reconciliamos, demos muitas risadas.
Apesar das diferenças, das contradições, das singularidades
Nós criamos um laço inquebrável, e esse ano é nossa vez de se unir no final da festa de décadas e vermos quantas coisas bonitas vamos levar pela vida, quanta coisa nós conquistamos, quanta UNIÃO.
É terceirão, um só coração.
RAÇA, AMOR e PAIXÃO!
a primeira coisa que vem a cabeça é a sétimas turma.
Aos terceiros anistas
É triste saber de o que irei falar agora contém um pouco de tristeza. É também triste colocar isso num papel, pois quando criamos registros, escrevemos, ou até mesmo falamos, a situação se torna real, e essa realidade é uma que muitos de nós estamos fugindo há algum tempo, é o dia que nós sabíamos que chegaria, mas não gostaríamos muito que chegasse.
Dentro de nossas paredes
Dentro dessa escola a realidade é algo engraçado de se comentar, realmente como muitos dizem criamos um “mundinho paralelo” ao que se julga real, só quem vivencia a experiência Juarez sabe de fato o que essa escola nos proporciona. São tantas histórias que se juntam, tanta experiências, tantas visões de mundo, criando um universo único, nosso, que compartilhamos durante três anos, com seus 200 dias letivos cada, a as 10 horas de cada dia. É bastante tempo se formos analisar, imagine então quantas novas histórias, novas amizades, novos amores [mimimi], novos aprendizados, alguns até mesmo dizem novas famílias, e que famílias...
Acontece no Juarez enquanto o ônibus não vem
Me lembro ainda hoje do primeiro dia de aula do primeiro ano, as primeiras impressões, primeiras conversas... Nunca que naquele dia, 4 de fevereiro de 2008, eu ia imaginar que iria amar tanto o Juarez como eu o amo hoje. Mas com o passar do tempo, com a convivência, fomos vivendo e aprendendo, descobrindo, o que é ser Juarez.
No primeiro momento as apresentações, os estranhamentos, os separamentos de arroz e feijão nas bandejas, e num piscar de olhos já estávamos num momento íntimo, todo mundo no retângulo, aulas de Helen acordando as pessoas com tampas de canetão, grupos de física do fusquinha, gincanas de química, aprender coisas bonitas com a Denilce para impressionar a sogra, facião né, pode colocar na prova, tirar primeiras fotos de turma no Masp, ouvir a Regina contando as coisas de jeito engraçado, pessoas balangando e dependurando o chuveiro, se divertir fazendo e vendo os teatros, vídeos, de artes, informática, inglês, português. tongue twisters, scrapbooks, festa das funções de quem dança com quem, aprender sobre o olhar do observador, que a formiga não come folha, que seleção natural é a resposta de 80% mais ou menos das perguntas de biologia, tabelas periódicas, todo mundo a cantar período é tempo frequência são às vezes, coletar água no riozinho, colar massinha nas àrvores da agro.
E então, a primeira separação, os vídeos de fim de ano, as músicas dos vídeos de ano que nos lembramos até hoje, a choradeira, enfim a separação de que venha Segundão. E que Segundão meu deus, segundo lindo, décadas lindas, descobertas de talentos escondidos, e que talentos, aflorando mais a cada segundo passado, sendo na confecção do almanaque, ou na apresentação lúdica. Dia que ai ficar bem guardado para sempre na mente e coração de todo mundo. Dias após décadas, de arrumar toda a bagunça. O profº André gritando pelo corredor morula blastula gastrula neurula, as aulas de Cássia, sucesso na carreira, piadas do Wander e seus mols de banana, trilha bonita de São Francisco, as brigas que todo relacionamento tem que ter, Alternativas Sustentáveis e mais um monte de história bonita que se ficasse descrevendo não terminaria nunca.
Esse Ano
E quem pensa que terceiro ano não se diverte também, mesmo tendo 10000 litros de conhecimento para tomar um pouquinho por dia, Só de estar com vocês o dia já fica bom, nós vemos o apoio que cada um dá para o outro, são amizades singulares, para a vida toda.
Epifania
O jeitinho no stress de resolver as coisas e dar tudo bem no final, cada sala que nos apaixonamos, encontrar gente tão igual a gente, Rizete confundindo tomé com migué, amigo é coisa para se guardar do lado meio do peito, diversão gratuita no Museu Ipiranga, gato mia, pega-pega, esconde-esconde, melhor torcida, melhores músicas, equipe azul, ogroball, meninas da laje, gurias e guris, galere dos esportes, handarte, saudosa maloca, as minas do rei salomão, galere da música, das artes, mioscks, brotherhood, Abrolhos, Itaparica, Marajó, Paquetá, Noronha, AleAlexandria, Babi, Menmenfis, Mileto do gueto, Tróia Jóia, Ares, Demis, Eros, Hefesto, Palas, JUAREZ. A falta é irremediável na vida, ainda mais se tratando de raízes.
Novo Começo
A falta faz parte, mas devemos ver os lados positivos, afinal um dia a gente tem que aprender a ser gente grande.
Sobre vocês? cada um é insubstituível, cada um, completando um todo muito bonito, a sétima turma, agradecimentos? A todos que tornaram esses três anos possivéis, cada aluno, cada funcionário, cada professor, cada pessoa de casa, todo mundo lindo que sempre dão força para que continuemos nossa caminhada.
Esses três anos são simplesmente sem palavras para descrever, a gente tem até um hino, ROGER É GAY, a segurança, o conforto, a preocupação com o amiguinho, essa coisa estável, essa solidez, a presença humana, a fraternidade que cresceu entre nós, momentos ímpares de prazer e alegria, Juarez Destruidor <3, não há como esquecer, vai ficar sempre fresco na memória, e para os que nos questionam o porquê de toda essa falta, que não precisa se preocupar, que com o tempo a gente esquece, então pra esses eu tenho a dizer VOCÊS NÃO SABEM DE NADA.
A falta vem da não presença da compatibilidade, da não presença dos 202, e espero que nós nos vemos muito ainda, porque se não vou ter que dizer Oh galerinha, vocês não estão cumprindo o combinado.
"Veja o que todo mundo vê, veja o que ninguém vê,
por medo, acomodação ou preguiça
Veja um mundo novo à cada dia"
E a gente viu, a gente se uniu, se divertiu, nós brigamos, nos reconciliamos, demos muitas risadas.
Apesar das diferenças, das contradições, das singularidades
Nós criamos um laço inquebrável, e esse ano é nossa vez de se unir no final da festa de décadas e vermos quantas coisas bonitas vamos levar pela vida, quanta coisa nós conquistamos, quanta UNIÃO.
É terceirão, um só coração.
RAÇA, AMOR e PAIXÃO!
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
saudades
Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às
vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver
a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação
inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida. C.L.
vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver
a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação
inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida. C.L.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
da escola
A Não Dissertação Sobre Felicidade
O que faz você feliz?
Bens materiais ou despojamentos de ambições, em pleno século XXI a busca da felicidade ainda constitui o maior problema de todos os seres humanos. Afinal, o que os fazem felizes, ter riqueza monetária ou pleno conhecimento do ser?
Acredita-se que não resposta única para esta questão, diante da complexidade da mente dos seres humanos, talvez o mais certo seria afirmar que sim, há um meio termo, acreditando-se que tudo que beira aos extremos não faz bem a ninguém. Em primeiro lugar deve-se perguntar, por que é que buscamos por felicidade, pode ser pelo fato de o ser humano ser o único ser vivo racional, que não age por instinto, é nesse ponto que a complexidade chega. Os cidadãos sempre vão procurar por felicidade exatamente pelo conhecimento que possui, da capacidade que tem em entender o que é melhor para si mesmo, e para as pessoas ao redor.
Não há resposta concreta sobre o que faz o ser humano feliz, a busca da felicidade vem de dentro de cada um, e assim é adaptada de uma maneira singular em cada ser. Considerando os dias de hoje, pode-se arriscar uma resposta diante ao modo como o mundo está, Século XXI, era das tecnologias cada vez mais modernas, a busca do emprego pela sobrevivência; ser feliz o tempo todo não é possível, talvez o certo seria afirmar que cada um deve-se colocar em seu lugar de plenitude de autenticidade de ser, um cidadão das metrópoles que se apaixona por tecnologia não pode se deixar dominar por algo que é material e viver em função disso; um cidadão de vida campestre se contenta com sua tranquilidade e vida simples, a felicidade é sentimento moldável, subjetivo e é assim que tem que ser, vai ver é por isso que todo mundo gosta de estar feliz, porque é algo único, que pode sim ser conseguido com ajuda de pessoas ao redor, mas cada um sente de um jeito, alcança de um jeito. É a insustentável leveza do ser, não há resposta concreta, pois o mundo é feito de mudanças, e o ser humano é uma metamorfose ambulante.
O que faz você feliz?
Bens materiais ou despojamentos de ambições, em pleno século XXI a busca da felicidade ainda constitui o maior problema de todos os seres humanos. Afinal, o que os fazem felizes, ter riqueza monetária ou pleno conhecimento do ser?
Acredita-se que não resposta única para esta questão, diante da complexidade da mente dos seres humanos, talvez o mais certo seria afirmar que sim, há um meio termo, acreditando-se que tudo que beira aos extremos não faz bem a ninguém. Em primeiro lugar deve-se perguntar, por que é que buscamos por felicidade, pode ser pelo fato de o ser humano ser o único ser vivo racional, que não age por instinto, é nesse ponto que a complexidade chega. Os cidadãos sempre vão procurar por felicidade exatamente pelo conhecimento que possui, da capacidade que tem em entender o que é melhor para si mesmo, e para as pessoas ao redor.
Não há resposta concreta sobre o que faz o ser humano feliz, a busca da felicidade vem de dentro de cada um, e assim é adaptada de uma maneira singular em cada ser. Considerando os dias de hoje, pode-se arriscar uma resposta diante ao modo como o mundo está, Século XXI, era das tecnologias cada vez mais modernas, a busca do emprego pela sobrevivência; ser feliz o tempo todo não é possível, talvez o certo seria afirmar que cada um deve-se colocar em seu lugar de plenitude de autenticidade de ser, um cidadão das metrópoles que se apaixona por tecnologia não pode se deixar dominar por algo que é material e viver em função disso; um cidadão de vida campestre se contenta com sua tranquilidade e vida simples, a felicidade é sentimento moldável, subjetivo e é assim que tem que ser, vai ver é por isso que todo mundo gosta de estar feliz, porque é algo único, que pode sim ser conseguido com ajuda de pessoas ao redor, mas cada um sente de um jeito, alcança de um jeito. É a insustentável leveza do ser, não há resposta concreta, pois o mundo é feito de mudanças, e o ser humano é uma metamorfose ambulante.
sábado, 30 de outubro de 2010
about doubt
Sad, Sad, Sad
But in the end what is sadness?
What is being sad?
If I want I can...
Did you know what I can?
I can create my own sadness concept
Make confusion into the people's minds
My sadness could be the happiness for them
Their happiness could be sad for me
It's like that life moves on
In the end, what is a dictionary?
What is everything?
The things of life couldn't be summarized like that
In such a simple way
Separated in ten different grammar categories
And explained so briefly
It's terrible, inacceptable, and sometimes
Unfortunately, incontestable
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